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sábado, 19 de setembro de 2009

Alexandre Herchcovitch, Verão 2010


O estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch, praticamente repetiu seu desfile de verão do ultimo SPFW no NYFW. Apresentou uma coleção de pura fantasia: brilhantes, vibrantes e colorida. Como já tinha escrito aqui, Alexandre me surpreendeu com esta coleção não só pela estamparia mas com o desfile divertido e gostoso de se ver que esta coleção apresenta

O show trouxe groovy, estampas psicodélicas , com uma cartela de multi cores, sem esquece,r dos classicos pretos e pratas de Nova York. Uma pitada de tempero esportivo (futebol americano) adicionados ao experimento, com modelos segurando bolsas no formato de bolas de futebol americano;



terça-feira, 8 de setembro de 2009

Chanel Fall Winter 2009/2010






Aqui estão algumas fotos do Outono e Inverno 2009-2010 campanha publicitária da grife Chanel. Modelos Heidi Mount e Freja Beha Erichsen estrela nas fotos por Karl Lagerfeld. Esta é a terceira temporada que Lagerfeld usou Heidi Mount e parece que ele está colocando muita fé nela. Eu tenho que dizer, ela está fazendo um ótimo trabalho!

sábado, 5 de setembro de 2009

Moda é arte?


Ao longo dos anos 90, a moda entrou na pauta da sociedade brasileira. Passou-se a conhecer o nome das principais modelos, estilistas começaram a aparecer em programas de TV, desfiles entraram ao vivo nos noticiários da noite e chegaram às primeiras páginas de jornais.

Tudo andou tão rápido que é como se tivesse sido sempre assim. Quem está envolvido com moda mal consegue lembrar-se de quando as coisas eram diferentes. Ficou comum dizer, em tom de alegria: a moda entrou na moda. A frase virou máxima e, até o final da década, foi repetida no país tanto por quem era do meio quanto pelo público em geral. O que também nos faz pensar: então houve um tempo em que a moda esteve "fora de moda"?

O conceito de "estar na moda" se auto-explica e confunde. Tratar de moda implica lidar com elementos os mais complexos, especialmente quando combinados. Entrando nesse assunto, tangemos valores como imagem, auto-imagem, auto-estima, política, sexo, gender-bending (troca de sexos, ou o velho e bom masculino / feminino), estética, padrões de beleza e inovações tecnológicas, além de um caleidoscópio de outros temas: desde condições climáticas, bailes, festas, restaurantes ou uniformes até cores (e a ausência delas), modelos, top models, supermodels ou gente "normal", mídia, fotografia de moda, moda de rua, tribos (e a ausência delas); música e diversão, mas também crise e recessão, criatividade e talento. Dinheiro também. E vaidade, competitividade, ego, modismos e atemporalidades, história e futuro, excessos, radicalismos e básicos. Não necessariamente nessa ordem, claro. Aliás, muito pelo contrário.

Na moda, tempos de luxo são substituídos por tempos de contenção, e assim por diante. Autofágica, quando achamos que estamos entendendo algo, tudo vira de cabeça para baixo de novo. E de novo e de novo. Nada é eterno. O que não quer dizer que algumas imagens, pessoas ou looks não durem para sempre. Pense no New Look de Dior, em 1947, ou na minissaia de Mary Quant, nos anos 60. Momentos de virada, momentos históricos.

Muitas vezes, o mundo não se dá conta de que eles são históricos ou, também muitas vezes, não percebe que a moda termina por completar o quadro histórico das sociedades. A olhos desatentos, muito do que vem das passarelas é coisa para iniciados, e até o que acontece nas ruas faz parte da informação somente dos guetos e dos nichos.

Valores que se cristalizaram anteriormente davam conta de que a moda era algo decidido por um punhado de estilistas, que determinavam o que se devia vestir. Não é mais assim. Como também não se aplica o pensamento de assistir a um desfile pela TV ou ver uma foto no jornal e pensar: "Nossa, eu jamais usaria isso!" É que nem tudo o que aparece na passarela é feito para efetivamente usar. Muitas vezes, uma imagem é reforçada ou tratada de modo mais extravagante ou incomum para que idéias sejam mais explicitadas, ou mesmo para produzir uma boa imagem para foto. Achar que os estilistas querem que você realmente saia "daquele jeito" é uma bobagem tão grande quanto ver uma obra de arte e simplesmente ficar imaginando se a teríamos na sala de visitas.

Então, moda é arte? Talvez seja mesmo. Pode ter tantas abordagens subjetivas e paradoxais que talvez seja imprescindível levar em conta seu caráter "artístico". Então, tudo o que se vende nos shoppings é arte? Bem, mais ou menos. Na moda, o simplismo não funciona.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009


Um croquis (palavra francesa eventualmente aportuguesada como croqui ou traduzida como esboço ou rascunho) costuma se caracterizar como um desenho rápido, feito com o objetivo de discutir ou expressar graficamente uma idéia plástica, bastante caracterizado pelo gesto de seu autor em atacar o papel com o instrumento de traçado.

Um croquis, portanto, não exige grande precisão, refinamento gráfico ou mesmo cuidados com sua preservação, diferente de desenhos finalizados. Costuma ser realizado em intervalos de tempo relativamente curtos, como períodos de 10 a 15 minutos. O que costuma ser mais importante no croquis é o registro gráfico de uma idéia instantânea, através de uma técnica de desenho rápida e descompromissada.

Mas sabemos perfeitamente que pra quem faz croquis não é bem assim, queremos aperfeiçoar o máximo nossas obras tornando-as uma "tela".

Não faço faculdade de moda, nem nunca fiz curso de desenho, aprendi desenhar sozinho;mas é claro que pego algumas dicas de desenho na internet.Qnd posto meus desenhos muita gente me pergunta se fiz algum curso, e fala que um diar quer desenhar igual a mim. Gente a única dica que posso dar é: Treinem bastante, porque a prática leva a perfeição, e não pensem que o desenho de vocês é um lixo o algo do tipo, lembrem-se do que está escrito lá em cima, o croqui é apenas um esboço.

então...Mãos ao lápis e papel!